Além dos já sabidos problemas auditivos, o barulho em demasia causa efeitos ainda mais sérios na saúde.
Ruído é, por definição, um som indesejável. Ele varia em sua composição em termos de frequência, intensidade e duração. Sons que são agradáveis para algumas pessoas podem ser desagradáveis para outras, - por exemplo, músicas que são consideradas boas para alguns, podem ser entendidas como lesivas por outros. Então, para um som ser classificado como "ruído", ele deve ser julgado pelo ouvinte.
Porém, sabe-se que o ouvido humano, independente do gosto musical de cada um, fica prejudicado quando os sons ultrapassam a marca de 80 ou 85 decibéis por mais de oito horas de exposição, o que pode levar a uma perda auditiva definitiva.https://mail.google.com/mail/u/0/images/cleardot.gif Ruídos intensos podem causar vários distúrbios, alterando significativamente o humor e a capacidade de concentração nas ações humanas. Provoca interferências no metabolismo de todo o organismo com riscos de distúrbios cardiovasculares, inclusive tornando a perda auditiva irreversível.
“O ruído é potencialmente capaz de levar a lesões graves e irreversíveis no aparelho auditivo. Os sintomas causados pela exposição ao ruído podem ir além dos sintomas auditivos, como a perda de audição, zumbidos, dificuldade de entender as pessoas, dificuldade de localização da fonte sonora e irritabilidade com sons intensos, até a alteração do sono, tontura, dores de cabeça, mudanças de comportamento, hipertensão arterial, alterações gástricas e intestinais, entre outras”, explica o Dr. Alexandre Cercal, Otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, de Curitiba.
Conhecido por ter efeitos nocivos não somente sobre a audição, a exposição prolongada ao ruído também pode interferir no aprendizado de crianças. “As habilidades para ouvir e aprender podem ser muito prejudicadas pela acústica de uma sala de aula (ruído de fundo e reverberação), e isso pode prejudicar tanto crianças com audição normal como também aquelas com perdas auditivas. Porém, fica claro que as crianças em fase de alfabetização são mais prejudicadas pelo ruído externo do que as crianças mais velhas, pois elas ainda apresentam um vocabulário reduzido”, comenta Cercal.
Apesar de todos os problemas causados pelo ruído, é comprovado que a sua interferência na hora do repouso é a maior causa de incômodo. “E devemos notar que a pior intervenção se dá na forma de ruído intermitente, como por exemplo, a passagem de veículos pesados e passagens de aviões próximo às habitações” expõe o especialista.
Ao dificultar o adormecer, a pessoa pode sentir-se tensa e nervosa devido as horas não dormidas. O problema está relacionado com a descarga de hormônios, provocando o aumento da pressão sanguínea, aumento da produção de adrenalina e perda de orientação espacial momentânea. Outra característica humana é a proteção natural aos eventos sonoros, que se dá quando o ser humano é previamente avisado que tal ruído vai acontecer, logo, existe uma defesa psicológica que prepara o indivíduo para a exposição. Quando acontece o contrário, no caso do ruído se apresentar quando o indivíduo está desatento ou dormindo, o som é interpretado como intrusivo. “Quando isso acontece, a sensação é muito desagradável, pois a pessoa é pega de surpresa e não há tempo de armar sua defesa natural”, comenta o otorrinolaringologista.
Para evitar problemas auditivos – e os demais – causados pelo excesso de ruído, o Dr. Cercal oferece algumas soluções práticas. “Sempre afaste-se o máximo possível do ruído, use protetor auditivo individual quando o ruído for inevitável ou não puder ser paralisado, reduza o tempo que você se expõe ao ruído e reduzir o ruído em sua fonte. São pequenos detalhes que podem fazer com que a sua saúde permaneça em dia por mais tempo”, conclui.
Serviço: Dr. Alexandre Cercal
Otorrinolaringologista, Amah Ouvido, Nariz, Garganta e Estética da Face
Blog: http://amahotorrino.blogspot.com
Email: drcercal@yahoo.com.br
Fones:
41 3363-0983 Curitiba
Tinnitus
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
A maior incidência das doenças respiratórias no clima frio
O inverno ainda não chegou, mas o frio e suas consequências já estão presentes.
O inverno só começa oficialmente em 21 de junho, mas desde já o frio vem dando as caras e fazendo com que resfriados, doenças respiratórias e seus demais sintomas se tornem presentes no dia-a-dia da população.
Nesse clima, a baixa umidade, as mudanças bruscas de temperatura e o aumento da poluição do ar são os principais motivos de preocupação, especialmente para quem já tem doenças respiratórias crônicas. A época também provoca queda da imunidade das pessoas, tornando-as mais predispostas a ficar com esses problemas mais comuns decorrentes do clima frio e seco.
Segundo Alexandre Cercal, Otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, de Curitiba, as baixas temperaturas e as chegadas das massas de ar frio propiciam a congestão do nariz, dos seios da face e dos ouvidos, e podem gerar sintomas típicos dos resfriados, como obstrução nasal, dor na face, coriza e espirros. “As baixas temperaturas e os resfriados criam as condições propícias para a propagação dos vírus das gripes, que se disseminam no inverno. Isso fica ainda mais forte porque, para evitar o frio, as pessoas ficam em ambientes fechados, o que faz com que torna ainda mais fácil a passagem dos vírus entre as pessoas”, explica.
Outro fator comum nesta época do ano é a presença da neblina e da inversão térmica, responsáveis por um maior acúmulo de poluentes na atmosfera, o que faz com que a qualidade do ar que a população respire fique pior.
As doenças respiratórias mais comuns
Segundo Cercal, as doenças decorrentes do clima frio que mais atingem a população são, além do resfriado e da gripe – que o especialista faz questão de lembrar que são diferentes, - “a gripe é causada normalmente pelo vírus da influenza. Caracteriza-se por um quadro de infecção mais intenso. Pode apresentar febre alta, dores no corpo, dor de cabeça e calafrios. Coriza, tosse e faringite podem ficar em segundo plano. Uma gripe mal curada pode resultar em sinusite ou pneumonia. O resfriado tem os mesmos sintomas, mas aparecem de uma forma mais branda. O resfriado não impede ninguém de ir ao trabalho, estudar, ou de qualquer outra atividade cotidiana, a gripe pode impedir”, Ressalta. A bronquite, a rinite, a sinusite, a otite, a asma, a faringite, a pneumonia, entre outros, são algumas das doenças que podem aparecer em decorrência do clima frio.
Os principais responsáveis pelas infecções respiratórias agudas são os vírus, que somam mais de 90% dos casos, e as bactérias. O especialista explica que as reações alérgicas, como a rinite, por exemplo, são causadas, em sua grande maioria, pelos ácaros – microorganismos encontrados na poeira. “A asma, doença genética, não tem cura, mas sim controle”, lembra.
Cercal alerta que em muitos casos é possível evitar as doenças respiratórias seguindo algumas dicas simples, como por exemplo, sempre deixar o ambiente ventilado. “Não importa se está frio ou chovendo. É preciso deixar pelo menos uma fresta da janela aberta – e isso deve ser levado muito em consideração por quem anda de ônibus, já que não se conhece as pessoas que estão ao seu redor e muito menos se elas estão com alguma doença respiratória”, explica. Outras dicas são lavar as mãos frequentemente durante todo o dia, beber bastante água, mesmo sem sentir sede, evitar o acúmulo de poeira em casa, lavar e secar ao sol mantas, cobertores e blusas de lã guardadas por muito tempo.
O doutor conclui, relembrando que a associação dos fatores: baixas temperaturas, maior frequência de viroses e aumento da poluição atmosférica, faz do inverno uma estação muito propícia para as doenças respiratórias. “Por isso, se cuidar nunca é demais. E lembre-se, nunca se automedique. Se estiver com algum problema, vá ao seu médico”, alerta.
Serviço: Dr. Alexandre Cercal
Otorrinolaringologista, Amah Ouvido, Nariz, Garganta e Estética da FaceBlog: http://amahotorrino.blogspot.comEmail: drcercal@yahoo.com.br
Fones:
41 3363-0983 Curitiba
O inverno só começa oficialmente em 21 de junho, mas desde já o frio vem dando as caras e fazendo com que resfriados, doenças respiratórias e seus demais sintomas se tornem presentes no dia-a-dia da população.
Nesse clima, a baixa umidade, as mudanças bruscas de temperatura e o aumento da poluição do ar são os principais motivos de preocupação, especialmente para quem já tem doenças respiratórias crônicas. A época também provoca queda da imunidade das pessoas, tornando-as mais predispostas a ficar com esses problemas mais comuns decorrentes do clima frio e seco.
Segundo Alexandre Cercal, Otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, de Curitiba, as baixas temperaturas e as chegadas das massas de ar frio propiciam a congestão do nariz, dos seios da face e dos ouvidos, e podem gerar sintomas típicos dos resfriados, como obstrução nasal, dor na face, coriza e espirros. “As baixas temperaturas e os resfriados criam as condições propícias para a propagação dos vírus das gripes, que se disseminam no inverno. Isso fica ainda mais forte porque, para evitar o frio, as pessoas ficam em ambientes fechados, o que faz com que torna ainda mais fácil a passagem dos vírus entre as pessoas”, explica.
Outro fator comum nesta época do ano é a presença da neblina e da inversão térmica, responsáveis por um maior acúmulo de poluentes na atmosfera, o que faz com que a qualidade do ar que a população respire fique pior.
As doenças respiratórias mais comuns
Segundo Cercal, as doenças decorrentes do clima frio que mais atingem a população são, além do resfriado e da gripe – que o especialista faz questão de lembrar que são diferentes, - “a gripe é causada normalmente pelo vírus da influenza. Caracteriza-se por um quadro de infecção mais intenso. Pode apresentar febre alta, dores no corpo, dor de cabeça e calafrios. Coriza, tosse e faringite podem ficar em segundo plano. Uma gripe mal curada pode resultar em sinusite ou pneumonia. O resfriado tem os mesmos sintomas, mas aparecem de uma forma mais branda. O resfriado não impede ninguém de ir ao trabalho, estudar, ou de qualquer outra atividade cotidiana, a gripe pode impedir”, Ressalta. A bronquite, a rinite, a sinusite, a otite, a asma, a faringite, a pneumonia, entre outros, são algumas das doenças que podem aparecer em decorrência do clima frio.
Os principais responsáveis pelas infecções respiratórias agudas são os vírus, que somam mais de 90% dos casos, e as bactérias. O especialista explica que as reações alérgicas, como a rinite, por exemplo, são causadas, em sua grande maioria, pelos ácaros – microorganismos encontrados na poeira. “A asma, doença genética, não tem cura, mas sim controle”, lembra.
Cercal alerta que em muitos casos é possível evitar as doenças respiratórias seguindo algumas dicas simples, como por exemplo, sempre deixar o ambiente ventilado. “Não importa se está frio ou chovendo. É preciso deixar pelo menos uma fresta da janela aberta – e isso deve ser levado muito em consideração por quem anda de ônibus, já que não se conhece as pessoas que estão ao seu redor e muito menos se elas estão com alguma doença respiratória”, explica. Outras dicas são lavar as mãos frequentemente durante todo o dia, beber bastante água, mesmo sem sentir sede, evitar o acúmulo de poeira em casa, lavar e secar ao sol mantas, cobertores e blusas de lã guardadas por muito tempo.
O doutor conclui, relembrando que a associação dos fatores: baixas temperaturas, maior frequência de viroses e aumento da poluição atmosférica, faz do inverno uma estação muito propícia para as doenças respiratórias. “Por isso, se cuidar nunca é demais. E lembre-se, nunca se automedique. Se estiver com algum problema, vá ao seu médico”, alerta.
Serviço: Dr. Alexandre Cercal
Otorrinolaringologista, Amah Ouvido, Nariz, Garganta e Estética da FaceBlog: http://amahotorrino.blogspot.comEmail: drcercal@yahoo.com.br
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sábado, 11 de maio de 2013
O clima esfriou e nariz trancou? Saiba como lidar com a obstrução nasal
Fique atento sobre as principais causas desse problema
Respirar é uma função fisiológica tão importante para o ser humano que o mínimo obstáculo que dificulte a passagem do fluxo de ar pelas vias aéreas superiores provoca enorme desconforto. E é isso o que caracteriza a obstrução nasal: uma diminuição da quantidade de ar que consegue passar pelas fossas nasais durante a inspiração.
Respirar é uma função fisiológica tão importante para o ser humano que o mínimo obstáculo que dificulte a passagem do fluxo de ar pelas vias aéreas superiores provoca enorme desconforto. E é isso o que caracteriza a obstrução nasal: uma diminuição da quantidade de ar que consegue passar pelas fossas nasais durante a inspiração.
Dependendo do grau de obstrução, o ar passa a ser inspirado pela boca. “A obstrução pode ser uni ou bilateral – ou seja, afetar um ou os dois canais do nariz -, parcial ou total, constante ou transitória, dependendo da especificamente da sua causa”, explica Alexandre Cercal, Otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, de Curitiba.
Situação que faz com que a obstrução nasal fique ainda mais presente no dia-a-dia da população é quando se aproxima a chegada do inverno, já que nessa época o organismo fica mais suscetível a contrair infecções – como o vírus da gripe -, um dos sintomas que faz com que a obstrução nasal se agrave. Outros sintomas comuns que fazem com que a obstrução nasal seja provocada ou agravada, são a sinusite, o desvio do septo ou a presença de pólipos no nariz.
Em geral, quando a causa é uma infecção por vírus, o incômodo é passageiro, mas se for provocado por rinites alérgicas, por exemplo, ele pode ser persistente e progressivo se houver uma barreira que impeça a passagem do ar. O especialista lembra que, se uma pessoa apresenta obstrução nasal com frequência, ela deve ser avaliada por um médico para diagnóstico e tratamento específico.
“Adultos com obstrução nasal correm o risco de fazer uso abusivo de descongestionantes e criar dependência desses medicamentos, que podem envolver implicações perigosas por causa da vasoconstrição que eles provocam em todo o organismo, por isso é tão importante procurar um médico caso a obstrução dure mais de uma semana”, ressalta Cercal.
Apesar de extremamente desconfortável, a obstrução nasal decorrente das gripes e resfriados serve para indicar que o organismo está reagindo para eliminar o vírus que ataca a mucosa do nariz. “A questão é que essa reação inflamatória algumas vezes é exagerada e produz coceira, coriza e, às vezes, espirros” explica o especialista.
Normalmente a obstrução nasal pode ser considerada como um efeito colateral inofensivo, porém, dependendo dos casos, ela pode interferir nos padrões de audição, de sono, e precisar ser tratada com remédios mais fortes, como antibióticos – receitados pelo médico. “Em alguns casos, o ideal é que seja realizada a cirurgia corretiva do desvio de septo, em outros a retirada das adenóides... Varia de caso para caso, mas é necessário procurar um especialista se a obstrução durar mais de uma semana e começar a atrapalhar atividades cotidianas”, conclui Cercal.
Serviço: Dr. Alexandre Cercal
Otorrinolaringologista, Amah Ouvido, Nariz, Garganta e Estética da Face
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41 3363-0983 Curitiba
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Dor de garganta? Entenda suas principais causas e sintomas
Muitas vezes pode ser apenas um sintoma do resfriado, - mas a dor de garganta deve ser observada com atenção, pois pode indicar sérios problemas de saúde.
Dor de garganta é uma razão comum que leva as pessoas a visitarem o seu médico – principalmente nos dias frios e secos. A dor de garganta, que é bastante recorrente para alguns indivíduos, normalmente não começa a partir de um único ferimento e também não é considerada uma doença. Ela é apenas o sintoma de que alguma coisa está errada – que pode ser uma amigdalite, faringite, ou até algo mais grave, dependendo dos casos.
A dor de garganta pode também ser causada ou favorecida por um ar muito seco e poluído, pela fadiga, após o enfraquecimento do sistema imunológico, por uma alergia, pelo tabaco ou a sua fumaça, pelo estresse ou nervosismo, ou pelo simples fato de ter falado ou gritado muito. O refluxo do conteúdo ácido do estômago para a garganta pode também causar uma dor crônica na laringe e faringe, simulando uma infecção. A mononucleose (causada pelo vírus Epstein-Barr) pode também ser uma causa da inflamação de garganta.
“Em casos raros, uma inflamação de garganta pode ser um sintoma de câncer, particularmente câncer de laringe e faringe. Esse câncer, às vezes causado pelo vírus do HPV, é mais propenso a se desenvolver em pessoas que fazem sexo oral sem proteção em múltiplos parceiros durante sua vida. Vale lembrar que fumar e consumir bebidas alcoólicas são outras causas de câncer de garganta” alerta o otorrinolaringologista. O câncer de laringe – o mesmo que atingiu o ex-presidente Lula – é mais comum entre os homens e mata cerca de 90 mil pessoas por ano em todo o mundo.
Alexandre Cercal, Otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, de Curitiba, comenta que muitas vezes a causa das dores de garganta pode ser viral e ser um dos sintomas do vírus do resfriado. “Estima-se que existam cerca de 200 vírus diferentes que podem provocar um resfriado e, portanto, uma dor de garganta” explica o especialista.
O médico diz que em alguns casos a dor de garganta podem ser causados por bactérias. Neste caso, após um diagnóstico médico, provavelmente o indivíduo terá que tomar antibióticos prescrevidos pelo doutor. “A pessoa que está com dor de garganta causada por bactérias deve saber que em geral essas dores são mais fortes”, explica Cercal. A dor de garganta pode também ser causada ou favorecida por um ar muito seco e poluído, pela fadiga, após o enfraquecimento do sistema imunológico, por uma alergia, pelo tabaco ou a sua fumaça, pelo estresse ou nervosismo, ou pelo simples fato de ter falado ou gritado muito. O refluxo do conteúdo ácido do estômago para a garganta pode também causar uma dor crônica na laringe e faringe, simulando uma infecção. A mononucleose (causada pelo vírus Epstein-Barr) pode também ser uma causa da inflamação de garganta.
“Em casos raros, uma inflamação de garganta pode ser um sintoma de câncer, particularmente câncer de laringe e faringe. Esse câncer, às vezes causado pelo vírus do HPV, é mais propenso a se desenvolver em pessoas que fazem sexo oral sem proteção em múltiplos parceiros durante sua vida. Vale lembrar que fumar e consumir bebidas alcoólicas são outras causas de câncer de garganta” alerta o otorrinolaringologista. O câncer de laringe – o mesmo que atingiu o ex-presidente Lula – é mais comum entre os homens e mata cerca de 90 mil pessoas por ano em todo o mundo.
O principal fator de risco para o surgimento desse câncer é o cigarro – ele é 14,3 vezes mais comum entre os fumantes. Porém, a possibilidade de cura fica acima de 90% quando o diagnóstico é feito no início. “Por isso é recomendado procurar um médico otorrinolaringologista se uma rouquidão durar mais de uma semana e for seguida de dor de garganta, ardência, pigarros frequentes, dificuldade para respirar e para engolir“, alerta Cercal.
Os sintomas clássicos de uma dor de garganta são, normalmente, a garganta avermelhada com queimação eirritação, sinais típicos de inflamação, e a dificuldade para engolir alimentos sólidos. Podem ocorrer sintomas típicos de um resfriado, como a febre, inchaço eventual dos gânglios linfáticos, rouquidão, mau hálito e possíveis dificuldades respiratórias. “Caso os sintomas ligados às dores de garganta durem mais de uma semana ou venham acompanhadas de dificuldade para respirar, inflamação ou febre elevada, procure um médico”, ressalta Cercal.sexta-feira, 19 de abril de 2013
Dr Alexandre Cercal na ÓTV
O médico de Curitiba cedeu uma entrevista exclusiva para a rede de TV sobre o tratamento da enxaqueca com a toxina botulínica.
A enxaqueca é uma das dores de cabeça mais comuns e recorrentes no mundo. Acomete mais de 10% da população mundial e é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a 19ª doença no ranking de patologias incapacitantes. A enxaqueca, ou migrânea, é uma dor que acontece na forma de crises que duram de quatro a 72 horas e que podem se repetir algumas vezes no mês. Porém, quando a dor passa a ser mais frequente, o diagnóstico deve ser modificado para Migrânea Crônica e o tratamento segue uma orientação diferente.
Na prática, os especialistas consideram como enxaqueca crônica qualquer cefaléia crônica diária, ou seja, com mais de 15 dias de dor nos últimos três meses. É constatado que cerca de 2% da população brasileira sofre com essa forma de enxaqueca crônica, e são nesses casos que, desde julho de 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou a aplicação da toxina botulínica tipo A, como forma de exterminar a forte dor de cabeça.
Adepto da técnica da aplicação da toxina botulínica para tratamento de enxaqueca, e especialista no assunto, o Dr. Alexandre E. S. Cercal, otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, cedeu uma entrevista exclusiva à ÓTV, emissora filiada a Rede Globo no Paraná, em que pôde explicar detalhadamente esse processo. Além disso, o doutor usou um exemplo verdadeiro de uma paciente que sofria de enxaqueca crônica e foi submetida ao tratamento com a toxina botulínica. “Segundo o marido dela, ela virou outra pessoa. Ficou mais bonita e enfim ficou sem dor de cabeça, podendo aproveitar melhor a sua vida”, comenta Cercal.
A toxina, aplicada com uma ampola em várias partes da cabeça e pescoço, pode substituir ou reduzir o medicamento preventivo da enxaqueca. Segundo o doutor, essa nova função médica da toxina relaxa os músculos e alivia a pressão e as fortes dores sentidas pelos pacientes.
Ele ainda lembra que desde o começo do tratamento o paciente deve conversar com o médico sobre as suas expectativas e prestar atenção nas contra-indicações e possíveis efeitos adversos. “A toxina botulínica não deve ser utilizada para outros tipos de dores de cabeça que não a migrânea crônica, pois ainda não existem estudos que comprovem sua eficácia e segurança nestes casos” alerta o médico de Curitiba – PR.
Confira a entrevista que o Dr. Alexandre Cercal concedeu na ÓTV na quarta-feira, 17 de abril, para explicar e esclarecer maiores dúvidas sobre o assunto.
A enxaqueca é uma das dores de cabeça mais comuns e recorrentes no mundo. Acomete mais de 10% da população mundial e é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a 19ª doença no ranking de patologias incapacitantes. A enxaqueca, ou migrânea, é uma dor que acontece na forma de crises que duram de quatro a 72 horas e que podem se repetir algumas vezes no mês. Porém, quando a dor passa a ser mais frequente, o diagnóstico deve ser modificado para Migrânea Crônica e o tratamento segue uma orientação diferente.
Na prática, os especialistas consideram como enxaqueca crônica qualquer cefaléia crônica diária, ou seja, com mais de 15 dias de dor nos últimos três meses. É constatado que cerca de 2% da população brasileira sofre com essa forma de enxaqueca crônica, e são nesses casos que, desde julho de 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou a aplicação da toxina botulínica tipo A, como forma de exterminar a forte dor de cabeça.
Adepto da técnica da aplicação da toxina botulínica para tratamento de enxaqueca, e especialista no assunto, o Dr. Alexandre E. S. Cercal, otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, cedeu uma entrevista exclusiva à ÓTV, emissora filiada a Rede Globo no Paraná, em que pôde explicar detalhadamente esse processo. Além disso, o doutor usou um exemplo verdadeiro de uma paciente que sofria de enxaqueca crônica e foi submetida ao tratamento com a toxina botulínica. “Segundo o marido dela, ela virou outra pessoa. Ficou mais bonita e enfim ficou sem dor de cabeça, podendo aproveitar melhor a sua vida”, comenta Cercal.
A toxina, aplicada com uma ampola em várias partes da cabeça e pescoço, pode substituir ou reduzir o medicamento preventivo da enxaqueca. Segundo o doutor, essa nova função médica da toxina relaxa os músculos e alivia a pressão e as fortes dores sentidas pelos pacientes.
Ele ainda lembra que desde o começo do tratamento o paciente deve conversar com o médico sobre as suas expectativas e prestar atenção nas contra-indicações e possíveis efeitos adversos. “A toxina botulínica não deve ser utilizada para outros tipos de dores de cabeça que não a migrânea crônica, pois ainda não existem estudos que comprovem sua eficácia e segurança nestes casos” alerta o médico de Curitiba – PR.
Confira a entrevista que o Dr. Alexandre Cercal concedeu na ÓTV na quarta-feira, 17 de abril, para explicar e esclarecer maiores dúvidas sobre o assunto.
Link:
http://www.otv.tv.br/programa/revista-curitiba/revista-curitiba-17-de-abril-de-2013sexta-feira, 12 de abril de 2013
Os jovens e o descaso com a própria saúde
No "Dia Mundial dos Jovens", o que chama a atenção são os problemas de audição que aparecem cada vez mais cedo
A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, em que o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida. Os jovens representam mais de um terço da população mundial, e, com isso, ganharam no calendário um dia especial dedicado a eles: o dia 13 de abril. O “Dia Mundial dos Jovens” serve para trazer a tona questões que devem ser discutidas e que envolvem principalmente essa faixa etária. Temas como educação, sexualidade, violência e, claro, saúde, são alguns dos mais visados.
Porém, o tema saúde muitas vezes é deixado de lado erroneamente. “Muitos jovens acreditam que, pelo simples fato de estarem nessa faixa etária, são imunes a problemas de saúde”, comenta Alexandre Cercal, Otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, de Curitiba. Eles estão errados. A prova disso é que em estudo realizado nos EUA, foi constatado que problemas auditivos em jovens entre 12 a 19 anos estão se tornando cada vez mais comuns. O estudo comparou pesquisas feitas no início da década de 90 e meados dos anos 2000 e acabou revelando que em 15 anos, o caso de problemas auditivos nos jovens havia aumentado em 30%.
“O uso de reprodutores de música com um volume superior aos 80 decibéis está provocando um aumento dos problemas de audição nos jovens, e um dos motivos é a capacidade das baterias, por exemplo, dos Ipods, que duram quase um dia inteiro, ininterrupto. Outra questão são os fones de ouvido mais modernos, que são de uso interno e causam mais problemas do que os antigos que somente cobriam os ouvidos”, comenta o especialista. Ele explica que os fones de inserção são mais perigosos porque potencializam o som. Quando a fonte sonora é externa, há uma perda de energia vibratória no caminho entre ela e o ouvido, mas com o fone dentro do ouvido, não há essa perda.
Outra questão que envolve principalmente essa faixa etária são pessoas que vão para baladas e shows e, depois de saírem do local, permanecem com apitos, assobios ou barulhos no ouvido que permanecem ali durante horas. “Quando qualquer coisa nesse sentido acontece, é mais do que aconselhado que o indivíduo procure um especialista para iniciar um tratamento preventivo com o objetivo de evitar o surgimento de zumbidos, que, se não tratados com cuidado, podem chegar a ser crônicos”, alerta Cercal.
Além desses ruídos, ainda existem aqueles que são causados por explosões ou fogos de artifício, que provocam um som muito intenso e rápido e podem causar trauma acústico e até perda de audição súbita. “Ficar exposto a esses ruídos também lesiona as células auditivas, e o processo da perda de audição, causado naturalmente pelo envelhecimento, pode ser acelerado, ou seja, as células morrem antes do tempo e a perda é percebida mais cedo”, observa o especialista.
Alexandre Cercal comenta que, para preservar a audição não é preciso muita coisa, apenas cuidado e atenção. “Fique atento à altura do som que está ouvido e ao tempo que ele dura, a gravidade da possível lesão depende da combinação entre tempo de exposição, intensidade (altura) e da suscetibilidade de cada pessoa. Se for ouvir música com fones de ouvido, como regra geral 85 decibéis, durante oito horas diárias, é a intensidade e o tempo máximos de exposição que o ser humano suporta sem ser prejudicado. E lembre-se as lesões causadas pelo uso contínuo e alto volume de Ipods e MP3 players em geral não são reversíveis”. O doutor explica que no início do abuso existe uma perda de audição transitória, que se recupera após um "descanso" auditivo. Porém, após algum tempo, essa recuperação não acontece mais, e a perda de audição vai se tornando progressivamente maior. “Portanto, prevenir é sempre o melhor remédio”, conclui Cercal.
A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, em que o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida. Os jovens representam mais de um terço da população mundial, e, com isso, ganharam no calendário um dia especial dedicado a eles: o dia 13 de abril. O “Dia Mundial dos Jovens” serve para trazer a tona questões que devem ser discutidas e que envolvem principalmente essa faixa etária. Temas como educação, sexualidade, violência e, claro, saúde, são alguns dos mais visados.
Porém, o tema saúde muitas vezes é deixado de lado erroneamente. “Muitos jovens acreditam que, pelo simples fato de estarem nessa faixa etária, são imunes a problemas de saúde”, comenta Alexandre Cercal, Otorrinolaringologista e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cervico-Facial, de Curitiba. Eles estão errados. A prova disso é que em estudo realizado nos EUA, foi constatado que problemas auditivos em jovens entre 12 a 19 anos estão se tornando cada vez mais comuns. O estudo comparou pesquisas feitas no início da década de 90 e meados dos anos 2000 e acabou revelando que em 15 anos, o caso de problemas auditivos nos jovens havia aumentado em 30%.
“O uso de reprodutores de música com um volume superior aos 80 decibéis está provocando um aumento dos problemas de audição nos jovens, e um dos motivos é a capacidade das baterias, por exemplo, dos Ipods, que duram quase um dia inteiro, ininterrupto. Outra questão são os fones de ouvido mais modernos, que são de uso interno e causam mais problemas do que os antigos que somente cobriam os ouvidos”, comenta o especialista. Ele explica que os fones de inserção são mais perigosos porque potencializam o som. Quando a fonte sonora é externa, há uma perda de energia vibratória no caminho entre ela e o ouvido, mas com o fone dentro do ouvido, não há essa perda.
Outra questão que envolve principalmente essa faixa etária são pessoas que vão para baladas e shows e, depois de saírem do local, permanecem com apitos, assobios ou barulhos no ouvido que permanecem ali durante horas. “Quando qualquer coisa nesse sentido acontece, é mais do que aconselhado que o indivíduo procure um especialista para iniciar um tratamento preventivo com o objetivo de evitar o surgimento de zumbidos, que, se não tratados com cuidado, podem chegar a ser crônicos”, alerta Cercal.
Além desses ruídos, ainda existem aqueles que são causados por explosões ou fogos de artifício, que provocam um som muito intenso e rápido e podem causar trauma acústico e até perda de audição súbita. “Ficar exposto a esses ruídos também lesiona as células auditivas, e o processo da perda de audição, causado naturalmente pelo envelhecimento, pode ser acelerado, ou seja, as células morrem antes do tempo e a perda é percebida mais cedo”, observa o especialista.
Alexandre Cercal comenta que, para preservar a audição não é preciso muita coisa, apenas cuidado e atenção. “Fique atento à altura do som que está ouvido e ao tempo que ele dura, a gravidade da possível lesão depende da combinação entre tempo de exposição, intensidade (altura) e da suscetibilidade de cada pessoa. Se for ouvir música com fones de ouvido, como regra geral 85 decibéis, durante oito horas diárias, é a intensidade e o tempo máximos de exposição que o ser humano suporta sem ser prejudicado. E lembre-se as lesões causadas pelo uso contínuo e alto volume de Ipods e MP3 players em geral não são reversíveis”. O doutor explica que no início do abuso existe uma perda de audição transitória, que se recupera após um "descanso" auditivo. Porém, após algum tempo, essa recuperação não acontece mais, e a perda de audição vai se tornando progressivamente maior. “Portanto, prevenir é sempre o melhor remédio”, conclui Cercal.
domingo, 17 de março de 2013
Enxaqueca Crônica - Curitiba
Participação minha explicando a Profilaxia da Enxaqueca dia 24 de março no Programa do Gugu da Record
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Convênios Atendidos
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Dieta e Orientações: Vertigem e Zumbido
Dieta Teste – Mantenha por 4 semanas – Caso melhore deve continuar.
Proibidos totalmente:
- Café, chá preto, chá mate, chocolate, gorduras, refrigerantes, doces, açúcar (trocar por adoçante).
Você deve:
- Evitar ficar em jejum durante o dia. O certo é comer algo (fruta ou barra de cereais tipo Nutri ou iogurte natural) a cada 2 ou 3 horas durante o dia. Deve acostumar com lanche por volta das 10 e das 16 horas. Sempre mastigue bem, 20 vezes o bocado.
- Evitar sal em excesso tipo pipoca muito salgada, salgadinhos, churrasco salgado demais ou outros alimentos salgados.
- Tomar líquidos de 1 a 2 litros ao dia, conforme a sua sede.
Caso tenha zumbidos deve realizar a terapia da habituação com ruído branco.
Deve-se efetuar o seguinte processo diário:
1- Deite na sua cama bem calmo (a).
2- Ligue o rádio na FM e ache uma sintonia que fique fora do ar, naquele chiado constante, que é chamado ruído branco. Pode usar fones de ouvido se preferir.
3- Abaixe o volume até não ouvir o chiado do rádio.
4- Aumente o volume até ouvir o chiado do rádio.
5- Deixe por mais ou menos 1 minuto.
6- Aumente mais um pouquinho e aguarde mais 1 minuto.
7- Vá fazendo isto até sentir que o seu zumbido mudou um pouco sobre a influência do chiado do rádio. Mas você precisa estar ouvindo o chiado do rádio e o seu zumbido ao mesmo tempo, só que o zumbido fica uma pouco diferente.
8- Deixe a noite inteira o rádio ligado.
9- Caso sinta que não consegue dormir por causa do chiado do rádio você deve fazer isto em algum horário do dia, enquanto estiver lendo um livro ou tricotando ou outra atividade, sem outros ruídos interferindo, por no mínimo 2 horas.
10- Este processo deve ser repetido, desde o item 1 , toda a noite ou na hora escolhida, diariamente.
Lembre-se: Esta terapia com ruído branco só funciona se for realizada diariamente, por no mínimo 6 meses. Mas pode levar até 2 anos para funcionar. Você deve ser persistente. Caso não tenha compreendido corretamente, peça a ajuda do seu médico ou de alguém próximo até entender. Não inicie antes disso.
• Marque abaixo a data de início da terapia e a nota do seu zumbido, de 10 a zero, sendo que 10 é um zumbido insuportável, que não dá vontade de sair de casa e impede que você ouça corretamente, 8: interfere nas atividades mas você ouve corretamente, 6: incomoda moderadamente mas não impede de realizar as atividades diárias, 4: incomoda discretamente, 2: incomoda discretamente de vez em quando , 1: você sente de vez em quando e não incomoda, e Zero: sem zumbido! Data: / / Nota:
Só realize esta dieta e orientações sob supervisão médica especializada.
Existem também aparelhos especiais que emitem este ruido branco.
Consulte seu Otorrinolaringologista.
Proibidos totalmente:
- Café, chá preto, chá mate, chocolate, gorduras, refrigerantes, doces, açúcar (trocar por adoçante).
Você deve:
- Evitar ficar em jejum durante o dia. O certo é comer algo (fruta ou barra de cereais tipo Nutri ou iogurte natural) a cada 2 ou 3 horas durante o dia. Deve acostumar com lanche por volta das 10 e das 16 horas. Sempre mastigue bem, 20 vezes o bocado.
- Evitar sal em excesso tipo pipoca muito salgada, salgadinhos, churrasco salgado demais ou outros alimentos salgados.
- Tomar líquidos de 1 a 2 litros ao dia, conforme a sua sede.
Caso tenha zumbidos deve realizar a terapia da habituação com ruído branco.
Deve-se efetuar o seguinte processo diário:
1- Deite na sua cama bem calmo (a).
2- Ligue o rádio na FM e ache uma sintonia que fique fora do ar, naquele chiado constante, que é chamado ruído branco. Pode usar fones de ouvido se preferir.
3- Abaixe o volume até não ouvir o chiado do rádio.
4- Aumente o volume até ouvir o chiado do rádio.
5- Deixe por mais ou menos 1 minuto.
6- Aumente mais um pouquinho e aguarde mais 1 minuto.
7- Vá fazendo isto até sentir que o seu zumbido mudou um pouco sobre a influência do chiado do rádio. Mas você precisa estar ouvindo o chiado do rádio e o seu zumbido ao mesmo tempo, só que o zumbido fica uma pouco diferente.
8- Deixe a noite inteira o rádio ligado.
9- Caso sinta que não consegue dormir por causa do chiado do rádio você deve fazer isto em algum horário do dia, enquanto estiver lendo um livro ou tricotando ou outra atividade, sem outros ruídos interferindo, por no mínimo 2 horas.
10- Este processo deve ser repetido, desde o item 1 , toda a noite ou na hora escolhida, diariamente.
Lembre-se: Esta terapia com ruído branco só funciona se for realizada diariamente, por no mínimo 6 meses. Mas pode levar até 2 anos para funcionar. Você deve ser persistente. Caso não tenha compreendido corretamente, peça a ajuda do seu médico ou de alguém próximo até entender. Não inicie antes disso.
• Marque abaixo a data de início da terapia e a nota do seu zumbido, de 10 a zero, sendo que 10 é um zumbido insuportável, que não dá vontade de sair de casa e impede que você ouça corretamente, 8: interfere nas atividades mas você ouve corretamente, 6: incomoda moderadamente mas não impede de realizar as atividades diárias, 4: incomoda discretamente, 2: incomoda discretamente de vez em quando , 1: você sente de vez em quando e não incomoda, e Zero: sem zumbido! Data: / / Nota:
Só realize esta dieta e orientações sob supervisão médica especializada.
Existem também aparelhos especiais que emitem este ruido branco.
Consulte seu Otorrinolaringologista.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Ronco Noturno e Apnéia do Sono
O Ronco e Apnéia do Sono é uma síndrome que pode causar hipertensão arterial, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral ( AVC ou vulgo Derrame), distúrbios do metabolismo, baixo rendimento nas tarefas, sonolência durante o dia e maior incidência de acidentes automobilísticos. O paciente geralmente procura auxílio médico impulsionado pelo companheiro preocupado com as apnéias, que podem durar intermináveis dezenas de segundos e incomodado com o ronco, atrapalhando o seu sono.
As possíveis causas passam por obesidade, distúrbios metabólicos, alterações nasais e da face, posicionamento posterior da língua, flacidez do pálato e úvula, aumento das amígdalas, os quais podem estar sozinhos ou frequentemente associados.
Os tratamentos estão diretamente relacionados às causas e podem incluir tratamentos medicamentosos, emagrecimento, cirurgias e aparelhos para terapia com pressão positiva ( CPAPs site: http://www.casadooxigenio.com/index.html ).
Orientações gerais incluem emagrecimento, parar de fumar, tratar alergias respiratórias, evitar TV na cama, evitar comer ou beber 2 horas antes de deitar para dormir, evitar atividades físicas fim de tarde e noite, evitar bebidas alcoólicas, parar com sedativos, dormir de lado, com travesseiro suficiente para não deixar cabeça pendente ou eleveda demais e travesseiro entre as pernas. Caso durma preferencialmente para cima deve costurar 3 bolas de meia que iria descartar no seu pijama, na parte superior, média e inferior da coluna, fazendo com que, caso mude de posição, o incômodo das "bolas" vai te forçar para dormir de lado.
Procure um Otorrinolaringologista para tratar se adequadamente. Nunca use aparelhos ou medicamentos que prometem milagres em propagandas.
Bons Sonhos!
As possíveis causas passam por obesidade, distúrbios metabólicos, alterações nasais e da face, posicionamento posterior da língua, flacidez do pálato e úvula, aumento das amígdalas, os quais podem estar sozinhos ou frequentemente associados.
Os tratamentos estão diretamente relacionados às causas e podem incluir tratamentos medicamentosos, emagrecimento, cirurgias e aparelhos para terapia com pressão positiva ( CPAPs site: http://www.casadooxigenio.com/index.html ).
Orientações gerais incluem emagrecimento, parar de fumar, tratar alergias respiratórias, evitar TV na cama, evitar comer ou beber 2 horas antes de deitar para dormir, evitar atividades físicas fim de tarde e noite, evitar bebidas alcoólicas, parar com sedativos, dormir de lado, com travesseiro suficiente para não deixar cabeça pendente ou eleveda demais e travesseiro entre as pernas. Caso durma preferencialmente para cima deve costurar 3 bolas de meia que iria descartar no seu pijama, na parte superior, média e inferior da coluna, fazendo com que, caso mude de posição, o incômodo das "bolas" vai te forçar para dormir de lado.
Procure um Otorrinolaringologista para tratar se adequadamente. Nunca use aparelhos ou medicamentos que prometem milagres em propagandas.
Bons Sonhos!
terça-feira, 7 de julho de 2009
Orientações para estimular a defesa contra Infecções
O melhor que você pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, estimulando suas células brancas do sangue que são os neutrófilos e os linfócitos: células T, células B e células matadoras naturais. As células B produzem anticorpos importantes que atuam para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células tumorais. As células T controlam inúmeras atividades imunólogicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores.
Bem, vamos ao que interessa, ou seja, quais alimentos que são importantes por estimularem a ação do sistema imunológico e potencializarem o seu funcionamento. Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimula os vírus. Não tome nada gelado, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade. Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento para estimular o sistema imunológico. Coloque bastante cebola na sua alimentação. Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico. Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura,damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora). Faça uma dieta mais vegetariana (vegetais e frutas). Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico. O cogumelo Shiitake também é um excelente antiviral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe. Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados, como também o leite (em excesso). Mantenha suas mãos sempre bem limpas executando a lavagem das mãos sempre. Use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação. Com estes cuidados acima e esta alimentação... os vírus e bactérias nem chegarão perto de vc.
Existem também medicamentos que atuam estimulando as defesas, assim como vacinas especiais para cada caso. Caso necessário, converse com seu Otorrinolaringologista.
Bem, vamos ao que interessa, ou seja, quais alimentos que são importantes por estimularem a ação do sistema imunológico e potencializarem o seu funcionamento. Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimula os vírus. Não tome nada gelado, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade. Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento para estimular o sistema imunológico. Coloque bastante cebola na sua alimentação. Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico. Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura,damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora). Faça uma dieta mais vegetariana (vegetais e frutas). Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico. O cogumelo Shiitake também é um excelente antiviral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe. Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados, como também o leite (em excesso). Mantenha suas mãos sempre bem limpas executando a lavagem das mãos sempre. Use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação. Com estes cuidados acima e esta alimentação... os vírus e bactérias nem chegarão perto de vc.
Existem também medicamentos que atuam estimulando as defesas, assim como vacinas especiais para cada caso. Caso necessário, converse com seu Otorrinolaringologista.
domingo, 5 de julho de 2009
Orientações para uma voz sempre saudável
O que fazer
Falar em tons médios. Hidratar bem o organismo (entre seis e oito copos de água por dia).Evitar excessos alimentares antes de usar a voz profissionalmente. Evitar os choques térmicos. Usar roupas confortáveis (roupas apertadas inibem a respiração e podem atrapalhar a postura). Participar de corais é uma ótima opção para manter a musculatura das cordas vocais em ordem. A voz também envelhece. Isso pode ser sentido por homens e mulheres depois dos 40 anos.
O que não fazer
Falar fora do seu tom habitual (mais agudo ou mais grave). Falar muito alto ou sussurrar causam desgaste pois exigem esforço excessivo. Beber em excesso ou consumir drogas inaláveis.
Fumar ou falar muito em ambientes de fumantes. Alimentos ricos em ácidos e gorduras podem prejudicar sua voz. Comer tarde da noite também.
Evite falar em ambiente com ar condicionado, poeira e muito frio.
Não abusar no consumo de alimentos condimentados e chocolate.
Não falar em ambientes muito barulhentos e não falar muito durante exercícios físicos.
Falar em tons médios. Hidratar bem o organismo (entre seis e oito copos de água por dia).Evitar excessos alimentares antes de usar a voz profissionalmente. Evitar os choques térmicos. Usar roupas confortáveis (roupas apertadas inibem a respiração e podem atrapalhar a postura). Participar de corais é uma ótima opção para manter a musculatura das cordas vocais em ordem. A voz também envelhece. Isso pode ser sentido por homens e mulheres depois dos 40 anos.
O que não fazer
Falar fora do seu tom habitual (mais agudo ou mais grave). Falar muito alto ou sussurrar causam desgaste pois exigem esforço excessivo. Beber em excesso ou consumir drogas inaláveis.
Fumar ou falar muito em ambientes de fumantes. Alimentos ricos em ácidos e gorduras podem prejudicar sua voz. Comer tarde da noite também.
Evite falar em ambiente com ar condicionado, poeira e muito frio.
Não abusar no consumo de alimentos condimentados e chocolate.
Não falar em ambientes muito barulhentos e não falar muito durante exercícios físicos.
Criança Respiradora Bucal: como identificar

A respiração pelo nariz é uma respiração fisiológica, natural e nos proporciona saúde e bem estar. Além disso o nariz funciona como um filtro, umidificando e aquecendo o ar inspirado e protejendo o pulmão de receber diretamente as impurezas do ar. Caso a respiração ocorra pela boca ou pelo nariz e boca ao mesmo tempo (respiração bucal de suplência), sérias consequências poderão ocorrer. Se esta situação ocorrer desde a mais tenra infância, as alterações decorrentes irão influenciar negativamente no crescimento de forma mais intensa. A respiração bucal pode ser causada por uma série de fatores tais como:
- aumento de amígdalas e/ou adenóide;
- flacidez da musculatura facial;
- aumento dos cornetos nasais por rinite alérgica;
- desvio de septo nasal;
- polipose nasal e outras.
A identificação dos principais sintomas do respirador bucal é fundamental para que os pais possam procurar os profissionais adequados e, assim, evitarem futuros danos ao desenvolvimento da criança. "Só se previne aquilo que se conhece."
As características frequentemente encontradas nas crianças respiradoras bucais são:
- boca aberta;
- nariz sempre ou quase sempre obstruído;
- respiração ruidosa;
- palides;
- irritabilidade;
- hiperatividade ou sonolência diurna;
- língua na arcada inferior (como se repousasse no "chão da boca") ou entre os dentes;
- olfato prejudicado ocorrendo diminuição do paladar e redução do apetite;
- evitam brincadeiras como jogar bola, correr, andar de bicicleta, pois cansam com muita facilidade;
- bochechas caídas;
- olheiras;
- hipertrofia das gengivas;
- flacidez em toda musculatura da face;
- lábios ressecados;
- má oclusão dentária (encaixe inadequado das duas arcadas dentárias, como ilustrado na foto acima);
- palato ("céu da boca") estreito ou profundo, entre outros.
Normalmente, o respirador bucal prefere alimentos macios e moles e ainda, acompanhados de água, sucos ou refrigerantes. Desta forma, a refeição torna-se mais rápida e menos cansativa, pois facilita a mastigação e a deglutição.
Por outro lado, a mastigação alterada, executada com os lábios abertos, é rápida, ruidosa e desordenada, pois é difícil respirar pela boca quando ela está cheia.
Outras conseqüências da respiração bucal podem ser: baixo rendimento escolar, dificuldade em dormir por haver menor oxigenação cerebral durante o sono, paradas de respiração noturnas (apnéias), taxa de crescimento reduzida, alterações na postura corpórea, disfunções da fala, otites de repetição, perda de audição, ronco noturno, salivação noturna excessiva (o travesseiro amanhece molhado).
Ao identificar uma criança, seu filho ou o filho de um conhecido, que apresente algum desses sintomas, procure ou indique um profissional da área para uma correta orientação. O acompanhamento adequado passa pela avaliação de uma equipe multidisciplinar, que consiste principalmente do odontopediatra, ortodontista, fonoaudiólogo, pediatra, fisioterapeuta, pedagogo, psicólogo e otorrinolaringologista.
"Todos os tecidos tem a hora certa, geneticamente determinada, para acelerar ou refrear seu crescimento, que deve ser harmônico e equilibrado. Se houver qualquer risco de rompimento nesta harmonia e equilíbrio deve-se interferir o mais precocemente possível, permitindo que aconteça o que foi planejado naturalmente" (Enlow, adaptado). Assim, primordialmente, deve-se procurar restabelecer a capacidade respiratória nasal, fator fundamental de oxigenação e equilíbrio muscular. Portanto, quanto mais cedo, maiores as possibilidades de se reverterem as alterações do desenvolvimento e menores serão as conseqüências.
Nenhum tratamento seja médico, odontológico, fonoaudiológico, fisioterápico, psicológico ou pedagógico será satisfatório se continuar a obstrução nasal. A permanência do agente causador atrasa o trabalho ósseo e muscular de reabilitação.
Uma vez corrigida a obstrução nasal, deve-se intensificar o trabalho de correção da arcada dentária, das disfunções musculares, da fala, da deglutição, do aprendizado, da postura e psicológicas resultantes. Relatos recentes indicam que é necessário aproximadamente um ano, para que todos os aspectos relativos ao desenvolvimento sejam corrigidos, a partir do momento do restabelecimento da respiração nasal. Salienta-se que o tratamento precoce é primordial para uma recuperação rápida e permanente, permitindo o desenvolvimento completo e saudável da criança.
Dr. Alexandre Escobar Salfer Cercal
Otorrinolaringologista
- aumento de amígdalas e/ou adenóide;
- flacidez da musculatura facial;
- aumento dos cornetos nasais por rinite alérgica;
- desvio de septo nasal;
- polipose nasal e outras.
A identificação dos principais sintomas do respirador bucal é fundamental para que os pais possam procurar os profissionais adequados e, assim, evitarem futuros danos ao desenvolvimento da criança. "Só se previne aquilo que se conhece."
As características frequentemente encontradas nas crianças respiradoras bucais são:
- boca aberta;
- nariz sempre ou quase sempre obstruído;
- respiração ruidosa;
- palides;
- irritabilidade;
- hiperatividade ou sonolência diurna;
- língua na arcada inferior (como se repousasse no "chão da boca") ou entre os dentes;
- olfato prejudicado ocorrendo diminuição do paladar e redução do apetite;
- evitam brincadeiras como jogar bola, correr, andar de bicicleta, pois cansam com muita facilidade;
- bochechas caídas;
- olheiras;
- hipertrofia das gengivas;
- flacidez em toda musculatura da face;
- lábios ressecados;
- má oclusão dentária (encaixe inadequado das duas arcadas dentárias, como ilustrado na foto acima);
- palato ("céu da boca") estreito ou profundo, entre outros.
Normalmente, o respirador bucal prefere alimentos macios e moles e ainda, acompanhados de água, sucos ou refrigerantes. Desta forma, a refeição torna-se mais rápida e menos cansativa, pois facilita a mastigação e a deglutição.
Por outro lado, a mastigação alterada, executada com os lábios abertos, é rápida, ruidosa e desordenada, pois é difícil respirar pela boca quando ela está cheia.
Outras conseqüências da respiração bucal podem ser: baixo rendimento escolar, dificuldade em dormir por haver menor oxigenação cerebral durante o sono, paradas de respiração noturnas (apnéias), taxa de crescimento reduzida, alterações na postura corpórea, disfunções da fala, otites de repetição, perda de audição, ronco noturno, salivação noturna excessiva (o travesseiro amanhece molhado).
Ao identificar uma criança, seu filho ou o filho de um conhecido, que apresente algum desses sintomas, procure ou indique um profissional da área para uma correta orientação. O acompanhamento adequado passa pela avaliação de uma equipe multidisciplinar, que consiste principalmente do odontopediatra, ortodontista, fonoaudiólogo, pediatra, fisioterapeuta, pedagogo, psicólogo e otorrinolaringologista.
"Todos os tecidos tem a hora certa, geneticamente determinada, para acelerar ou refrear seu crescimento, que deve ser harmônico e equilibrado. Se houver qualquer risco de rompimento nesta harmonia e equilíbrio deve-se interferir o mais precocemente possível, permitindo que aconteça o que foi planejado naturalmente" (Enlow, adaptado). Assim, primordialmente, deve-se procurar restabelecer a capacidade respiratória nasal, fator fundamental de oxigenação e equilíbrio muscular. Portanto, quanto mais cedo, maiores as possibilidades de se reverterem as alterações do desenvolvimento e menores serão as conseqüências.
Nenhum tratamento seja médico, odontológico, fonoaudiológico, fisioterápico, psicológico ou pedagógico será satisfatório se continuar a obstrução nasal. A permanência do agente causador atrasa o trabalho ósseo e muscular de reabilitação.
Uma vez corrigida a obstrução nasal, deve-se intensificar o trabalho de correção da arcada dentária, das disfunções musculares, da fala, da deglutição, do aprendizado, da postura e psicológicas resultantes. Relatos recentes indicam que é necessário aproximadamente um ano, para que todos os aspectos relativos ao desenvolvimento sejam corrigidos, a partir do momento do restabelecimento da respiração nasal. Salienta-se que o tratamento precoce é primordial para uma recuperação rápida e permanente, permitindo o desenvolvimento completo e saudável da criança.
Dr. Alexandre Escobar Salfer Cercal
Otorrinolaringologista
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Goma de mascar com nicotina, apenas em situação de emergência:
http://www.deixardefumar.com.br/noticias/04-2009/01-04-09-03.pdf
http://www.deixardefumar.com.br/noticias/04-2009/01-04-09-03.pdf
Estratégias para deixar de fumar. Parar de Fumar - Uma Vitória!!
Marcar um dia – por volta de 1 a 2 semanas – para início do processo.
1-Estratégia para alguns dias antes:
- Tentar abster-se dos cigarros menos prazerosos do dia;
- Tentar tragar menos;
- Deixar o maço menos acessível (p.ex. gavetas, em lugares longe do alcance, de preferência com escadas);
- Não esvaziar os cinzeiros;
- Avisar amigos, parentes e conhecidos que vai tentar parar;
- Tentar convencer parceiros e amigos a fazer o mesmo;
- Planejar o que fará com o dinheiro economizado e não comprar mais cigarros;
- Visitar o dentista e fazer uma limpeza dentária;
- Beber sucos e líquidos (água), relaxar o quanto possível, acesse: http://www.cdof.com.br/gl1.htm;
- Tentar organizar uma atividade física e desportiva para o período (caminhar, levar o cachorro para passear, etc).
2-Preparação do dia anterior ao início do processo:
- Lavar as roupas para retirar o cheiro do fumo;
- Lembrar-se de que irá passar por um grande desafio;
- Fumar seu último cigarro na noite anterior;
- Destruir e livrar-se de tudo o que o faça lembrar de seu antigo vício.
3-Dia do início:
- Começar a contar os dias;
- Permanecer ocupado, longe dos fumantes ou atividades afins;
- Iniciar a atividade física escolhida antes;
- Quando ficar tenso, parar tudo e relaxar por 5 minutos;
- Quando tiver vontade de fumar, pensar no que o fez querer parar, mas se a vontade for grande, mastigue um chiclete ou chupe uma bala;
- Mudar a rotina e a ordem de suas atividades diárias;
- Levantar-se da mesa assim que terminar a refeição;
- Escovar os dentes várias vezes ao dia;
- Evitar os gatilhos para o fumo (como festas, trabalho em excesso e tarefas complicadas) ou planejar ações para combatê-los.
Lembre-se:
Sua saúde depende exclusivamente de seus atos no presente!
O médico deve ser seu aliado permanente. Exponha suas dificuldades em seguir sem fumar para que ele possa dar as sugestões para melhorar seu bem estar.
Cada dia sem fumar deve ser uma vitória para você! Força!
Dr. Alexandre Cercal
Marcar um dia – por volta de 1 a 2 semanas – para início do processo.
1-Estratégia para alguns dias antes:
- Tentar abster-se dos cigarros menos prazerosos do dia;
- Tentar tragar menos;
- Deixar o maço menos acessível (p.ex. gavetas, em lugares longe do alcance, de preferência com escadas);
- Não esvaziar os cinzeiros;
- Avisar amigos, parentes e conhecidos que vai tentar parar;
- Tentar convencer parceiros e amigos a fazer o mesmo;
- Planejar o que fará com o dinheiro economizado e não comprar mais cigarros;
- Visitar o dentista e fazer uma limpeza dentária;
- Beber sucos e líquidos (água), relaxar o quanto possível, acesse: http://www.cdof.com.br/gl1.htm;
- Tentar organizar uma atividade física e desportiva para o período (caminhar, levar o cachorro para passear, etc).
2-Preparação do dia anterior ao início do processo:
- Lavar as roupas para retirar o cheiro do fumo;
- Lembrar-se de que irá passar por um grande desafio;
- Fumar seu último cigarro na noite anterior;
- Destruir e livrar-se de tudo o que o faça lembrar de seu antigo vício.
3-Dia do início:
- Começar a contar os dias;
- Permanecer ocupado, longe dos fumantes ou atividades afins;
- Iniciar a atividade física escolhida antes;
- Quando ficar tenso, parar tudo e relaxar por 5 minutos;
- Quando tiver vontade de fumar, pensar no que o fez querer parar, mas se a vontade for grande, mastigue um chiclete ou chupe uma bala;
- Mudar a rotina e a ordem de suas atividades diárias;
- Levantar-se da mesa assim que terminar a refeição;
- Escovar os dentes várias vezes ao dia;
- Evitar os gatilhos para o fumo (como festas, trabalho em excesso e tarefas complicadas) ou planejar ações para combatê-los.
Lembre-se:
Sua saúde depende exclusivamente de seus atos no presente!
O médico deve ser seu aliado permanente. Exponha suas dificuldades em seguir sem fumar para que ele possa dar as sugestões para melhorar seu bem estar.
Cada dia sem fumar deve ser uma vitória para você! Força!
Dr. Alexandre Cercal
domingo, 31 de maio de 2009
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